#Screenplays: “A viagem”

10/08/2014 § Leave a comment

Compreender a vida como uma viagem é um modo descontraído de se viver. Pois, em todas as viagens podem surgir novos destinos além do inicialmente traçado, se pensar-se no fim da viagem estraga-se a estadia, se não se aproveitar, descobrir e conhecer aquilo que se apresenta no trajecto também não vale de muito viajar. Quantos de nós não compramos passagens em busca de novas sensações, ansiosos pelos momentos que se poderão seguir, visto que não se conhece o destino, mesmo que se tenha um mapa traçado à partida. Assim, tal como na vida, alguns do momentos que se perspectivam podem corresponder às expectativas, outros podem até exceder e tantos outros não são nada daquilo que se esperava. Todavia a viagem não deixa de ser entusiasmante se o turista quiser sempre usufruir tudo aquilo que não conhece.

 

07/08/2014 § Leave a comment

#social_thought

21/07/2014 § Leave a comment

“REviravolta” research surveys: Marginalidade

Uma das causas que auferi nas entrevistas de campo realizadas durante a investigação do documentário “REviravolta” que justificam – sucintamente – algumas das situações de marginalidade e auto-exclusão social, é o rancor. Isto porque muitos são aqueles que afirmam ter perdido a crença na sociedade em que vivem devido a várias circunstâncias como contratos de trabalho, relações familiares, (más) influências sociais, etc.

Dito isto, o raciocínio que me leva à conclusão de que o rancor e/ou a mágoa explicam em grande parte algumas situações de auto-exclusão social deve-se ao facto de muitas pessoas guardarem no seu ínfimo (traumas) que as marcaram profundamente e fazerem desses sinais um exemplo permanente que regulará todas as situações futuras.

22/06/2014 § Leave a comment

#thought: “Mundo perfeito”

14/06/2014 § Leave a comment

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A extrema necessidade de viver num mundo perfeito é uma ambição perigosa na medida em que num espaço composto por gente imperfeita esse desejo é irreal – basta um homem sentar-se numa sanita e pensar neste tópico para perceber que não faz sentido viver retido no desejo de perfeição a 100% – outro dos aspectos perigosos de se querer obter um mundo perfeito é a exclusão de toda a imperfeição ou daquilo que se julga não ser perfeito. Porém esta consciência é demasiado pessoal para se querer adaptar a uma sociedade, além de que torna-se numa realidade mais cara a cada século que passa, devido às exigências de aperfeiçoamentos sociais que não passam – na grande maioria das situações – por uma luta pelos direitos humanos, mas sim por uma questão estética e aparência.

 

#WB: “fictional walk, one life and thousand thoughts”

06/06/2014 § Leave a comment

 
Todos somos como ratos presos numa ratoeira – a diferença é que uns fazem halteres na armadilha enquanto outros só conseguem pensar na força de atrito. MP

thoughts: “Essência da Comunicação”

03/06/2014 § Leave a comment

 

A comunicação é um conceito utilizado – desde os primórdios – para definir um meio que possibilita o relacionamento e, essencialmente, o entendimento entre os diferentes membros que constituem a sociedade. A sua estrutura é fortemente fundamentada e preparada nos meios empresariais de modo a que todas as etapas de determinada área de negócio se constituam da melhor forma de acordo com estratégias delineadas para concretizar os objectivos traçados inicialmente na missão.

Todavia a comunicação não se deve limitar a ser bem constituída apenas nos meios empresariais ou em ambientes onde se fomentam produtos e serviços de modo a obter rentabilidade. Esta deve ser fortalecida em casa, pois sem comunicação não existe felicidade. Num mundo onde a verdade e a realidade estão constantemente a mudar, podendo ser tão difícil de  agarrar-se como a água, naturalmente deve estabelecer-se em todos os momentos uma comunicação fundamentada para o bom entendimento familiar – por exemplo.